Problemas de infraestrutura afetam residência no Pedro Ernesto

12/09/2014


Residentes do Hospital Universitário Pedro Ernesto estiveram no CREMERJ, nessa terça-feira, 9, para solicitar auxílio do Conselho em relação aos problemas que estão ocorrendo na unidade, com destaque para a falta de infraestrutura. Segundo eles, ultimamente, tem havido déficit de insumos básicos, e o hospital tem sofrido também com a superlotação. Esse cenário, de acordo com os residentes, vem refletindo negativamente em seu trabalho e aprendizagem.
 
Em função disso, o presidente da Associação dos Médicos Residentes do Estado do Rio de Janeiro (Amererj), Diego Puccini, sugeriu que os colegas documentem tudo e levem o assunto para ser discutido em assembleia.
 
Além disso, segundo Puccini, é importante o diálogo com a direção para tentar resolver os problemas e até mesmo para terem informação sobre o que está acontecendo.
 
Já o diretor do CREMERJ Pablo Vazquez acrescentou que o grupo deve buscar também o apoio da chefia de clínica médica, relatando as suas dificuldades.
 
“O CREMERJ está à disposição para ajudá-los e vai acompanhar o caso. É fundamental que os residentes tenham supervisão e que não haja falta de material, porque sabemos que isso acaba comprometendo o aprendizado. É importante envolver a direção e a chefia em tudo isso que vocês estão relatando. Se estiver documentado, melhor ainda”, orientou Vazquez.
 
O presidente do CREMERJ, Sidnei Ferreira, reafirmou o compromisso do Conselho com a residência médica.
 
“É mundialmente reconhecida como a melhor forma de especialização. Defendemos a residência de qualidade e para isso é necessário que o hospital tenha infraestrutura”, acrescentou Sidnei Ferreira.
 
Os conselheiros Carlos Enaldo de Araújo, Felipe Victer, Márcia Rosa de Araujo e Renato Graça também participaram da reunião.