GT discute cenário da cirurgia bariátrica no Rio

16/04/2013


O Grupo de Trabalho sobre Cirurgia Bariátrica do CREMERJ se reuniu nessa segunda-feira, 15, para continuar a discussão, iniciada no fórum que aconteceu no dia 18 de março sobre o panorama da cirurgia bariátrica no SUS.

No encontro, foram levantadas sugestões para acelerar o andamento da fila de espera, entre elas: maior integração da rede, com a unificação do sistema de regulação de vagas pelas esferas federal, estadual e municipal; a criação de escores a serem usados como  critérios de prioridade da fila e a necessidade de capacitar outras unidades de saúde do nosso Estado para a realização da cirurgia bariátrica e metabólica.

Participaram da reunião os conselheiros Armindo Fernando da Costa e Kássie Cargnin; o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica - Capítulo RJ, Mário Victor Nogueira; as representantes da Secretaria Estadual de Saúde, Ana Lúcia Eiras das Neves  e Mônica Almeida;  os representantes dos hospitais do Andaraí, Carlos Chagas e de Ipanema, Fernando de Barros, Cid Pitombo e Marco Antonio Leite, respectivamente, e os médicos Walmir Coutinho e Cid Marcos David, membros do grupo.

O secretário municipal de Saúde, Hans Dohmann, e o representante do Ministério da Saúde no Rio, João Marcelo Alves, que já tinham sido convidados para o encontro anterior, não compareceram mais uma vez.

\"Convidamos os representantes das outras duas esferas justamente para apresentar propostas de integração da rede no Rio de Janeiro, mas, lamentavelmente, apenas a Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro se fez representar, demonstrando ser o único gestor a perceber a gravidade do tema discutido. É preciso apoio por parte de toda a gestão pública, pois, se mudanças não forem realizadas, o número de mortalidade em função da demora na fila de espera continuará crescente\", frisou Kássie Cargnin.

No encontro, o conselheiro Armindo Fernando da Costa, responsável pelo grupo, finalizou com a informação de que entregou pessoalmente ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o documento produzido, após o fórum, relatando as principais dificuldades do setor.